Unidas, podemos transformar vidas
Quem somos
O Projeto Viva Elas é uma rede viva de mulheres que escutam, acolhem e transformam.
Somos diversas em nossas histórias, mas unidas pelo compromisso de garantir que nenhuma mulher fique de fora.
No Viva Elas, acreditamos que todas as mulheres — negras, indígenas, brancas, pardas e asiáticas — têm voz, vez e presença. Reconhecemos que o racismo estrutural afeta de forma diferente cada trajetória, e por isso nossa rede existe para acolher, apoiar e transformar realidades diversas. Aqui, cada história importa e cada mulher é parte da mudança.
Nascemos da urgência de criar espaços seguros e ativos, onde mulheres possam ser ouvidas, respeitadas e representadas.
Acreditamos que a escuta é o primeiro passo para a mudança, e que a articulação com políticas públicas é o caminho para garantir direitos e construir soluções reais.
Somos mães, jovens, profissionais, lideranças comunitárias, estudantes, ativistas — mulheres que se reconhecem umas nas outras e que constroem juntas.
O Viva Elas atua em consonância com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, promovendo igualdade de gênero, saúde e bem-estar, redução das desigualdades e paz.
Somos presença. Somos força. Somos Viva Elas.

Você não está sozinha .
Se você está passando por uma situação de violência, vulnerabilidade ou precisa de orientação sobre seus direitos, este espaço é para você.O Mapa da Mulher conecta você aos serviços que podem ajudar — desde delegacias especializadas até centros de acolhimento, postos de saúde, apoio psicológico e jurídico. Aqui, você encontra lugares seguros e também pode indicar espaços inseguros, contribuindo para que outras mulheres estejam mais protegidas. Como participar•
Acesse o mapa e veja os pontos de apoio mais próximos.•
🌸 Indique lugares inseguros preenchendo o formulário — sua denúncia pode ser anônima.•

Territórios, ancestralidade e força feminina
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Quilombo Matinha dos Pretos
Comunidade quilombola de Feira de Santana, reconhecida em 2014, símbolo de resistência e preservação da cultura afro-brasileira.
Mulheres Quilombolas
Guardam a memória oral, lideram associações e fortalecem a luta por direitos e identidade, sendo protagonistas na vida comunitária.
Quixabeira da Matinha
Grupo cultural nascido no quilombo, referência no samba de roda e na música popular, levando a força da comunidade para palcos e festas da cidade.
Dona Chica do Pandeiro (Apolinária das Virgens Oliveira) – Matriarca da comunidade Matinha dos Pretos e fundadora do grupo cultural Quixabeira da Matinha, referência nacional no samba de roda e símbolo da força feminina quilombola.
Quilombo Candeal II
• Reconhecido pela Fundação Cultural Palmares, o Candeal II é uma das comunidades mais organizadas da região.
• Atua em projetos de fortalecimento cultural, educação e geração de renda.
• Iniciativas como a Feira das Marias valorizam o trabalho das mulheres quilombolas, promovendo economia solidária e protagonismo feminino,contribuindo para o fortalecimento da identidade quilombola e do feminismo negro
Quilombo Lagoa Grande
• Localizado na zona rural de Feira de Santana, o Lagoa Grande mantém práticas agrícolas e culturais ligadas à ancestralidade africana.
• A comunidade luta por reconhecimento territorial e políticas públicas que garantam direitos básicos.
• As mulheres quilombolas têm papel central na organização comunitária e na transmissão de saberes.

Reconhecemos a força da mulher em todas as suas vivências. Nosso foco está em entender as necessidades específicas de cada território, respeitando as tradições e enfrentando os desafios de quem vive na pele a realidade das periferias e comunidades da nossa região. Trabalhamos para que a diversidade de histórias se transforme em uma rede única de proteção e cuidado.O Viva Elas atua na linha de frente para combater a invisibilidade das mulheres que enfrentam as maiores barreiras de acesso a direitos básicos. Nosso trabalho é focado em transformar realidades de vulnerabilidade extrema em trajetórias de autonomia e segurança. Priorizamos o atendimento a quem mais precisa de proteção, garantindo que o acolhimento chegue a todas as vivências femininas que o sistema muitas vezes ignora.
Territórios Indígenas em Feira de Santana
Feira de Santana foi originalmente habitada por povos indígenas como os Paiaiá e os Aimoré, que deixaram marcas na formação cultural da região. Hoje não existem terras indígenas oficialmente demarcadas no município, mas a memória desses povos permanece viva em estudos, projetos educacionais e manifestações culturais que resgatam sua presença histórica. Valorizar essa herança é reconhecer que a cidade se construiu também sobre territórios originários.



As mulheres do campo em Feira de Santana são protagonistas na agricultura familiar e na luta por direitos. Elas organizam associações, preservam tradições e fortalecem o feminismo rural. Entre elas, destaca-se Conceição Borges, trabalhadora rural e sindicalista, que iniciou importantes movimentos de organização feminina, dando voz e visibilidade às mulheres da zona rural.
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Lei Maria da Penha: Violência Psicológica

Lei Maria da Penha: Violência Moral

Lei Maria da Penha: Violência Patrimonial











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